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Sistema de Consórcios em julho/2017: dados econômicos

No mês de julho, foram vendidas 202,5 mil novas cotas, recorde do ano do Sistema de Consórcios. No acumulado de janeiro a julho, as 1,303 milhão de adesões representam alta de 8,8% em relação ao mesmo período de 2016. Confira como ficou o desempenho em todos os segmentos de consórcio.

Sistema de Consórcios comercializou R$ 53,33 bilhões em créditos no acumulado do ano até julho, expansão de 25,3% em relação aos R$ 42,57 bilhões no mesmo período de 2016. Outro indicador, o tíquete médio, registrou recorde em julho de 2017, atingindo R$ 46,5 mil – alta de 19,8%. No mesmo mês, o total de participantes ativos (6,9 milhões) foi 1,6% menor que os 7,01 milhões contabilizados em julho de 2016.

Confira o desempenho de cada segmento do Sistema de Consórcios de janeiro a julho deste ano, em comparação com 2016, segundo dados da assessoria econômica da ABAC.

Consórcio de veículos leves: de janeiro a julho de 2017, os créditos comercializados fecharam em R$ 25,73 bilhões, expansão de 28% sob o mesmo período de 2016. As 614,1 mil novas cotas vendidas  representaram alta de 20,1%. Foram contemplados 307 mil consorciados, alta de 1%, sendo disponibilizados R$ 12,52 bilhões em créditos, crescimento de 1,6%, na mesma base de comparação. Em julho de 2017, os 3,44 milhões de participantes ativos e o tíquete médio de R$ 43,2 mil, correspondem a crescimento de 6,5% e 14,3%, respectivamente, em relação a julho do ano passado.

Consórcio de motocicletas: no acumulado até julho de 2017, o volume de créditos comercializados registrou crescimento de 4,8% em relação ao acumulado em 2016, até julho, fechando em R$ 4,18 bilhões. No período, as vendas de novas cotas (491,1 mil) caíram 4,6%, as contemplações (331,5 mil) baixaram 15,1%, e o volume de créditos disponibilizados (3,55 bilhões), teve queda de 14,5%. Em julho, na comparação com o mesmo mês de 2016, os participantes ativos caíram 12,9%, fechando em 2,3 milhões, e o tíquete médio teve alta de 8,6%, ficando em R$ 8,8 mil.

Consórcio de veículos pesados: no acumulado até julho de 2017, as vendas de novas cotas (28,95 mil) tiveram crescimento de 8,9% em relação ao registrado de janeiro a julho de 2016. Sob a mesma base de comparação, os R$ 4,3 bilhões em créditos comercializados cresceram 15,6%. Já as contemplações (17 mil)  e o volume de créditos disponibilizados (R$ 2,4 bilhões), recuaram 3,1% e 2,4%, respectivamente. Em julho, o número de participantes ativos retraiu 1,3%, fechando em 275 mil, e o tíquete médio, de R$ 153,2 mil, cresceu 28,2%, em relação ao registrado em julho de 2016.

Consórcio de imóveis: o volume de créditos comercializados de janeiro a julho de 2017 cresceu 29,3%, em relação ao mesmo período de 2016, fechando em R$ 18,95 bilhões. Já as 141,7 mil cotas vendidas, na mesma base de comparação, foram 10,5% maiores. As contemplações (40,35 mil) e o volume de créditos disponibilizados (R$ 4,04 bilhões), entretanto, baixaram 2,3% e 1,5%, respectivamente. Em julho, o tíquete médio fechou em R$ 137,9 mil, crescimento de 15%, e os 806 mil participantes ativos consolidados ficou estável, na comparação com o mesmo mês de 2016.

Consórcio de eletroeletrônicos: de janeiro a julho de 2017, foram comercializados R$ 52,56 milhões em créditos, crescimento de 36,9% em relação ao acumulado até julho de 2016. No mesmo período, as 10,75 mil cotas vendidas representaram alta de 29,1%. Em julho de 2017, o número de participantes ativos (27,5 mil) cresceu 3,8% e o tíquete médio (R$ 5 mil) subiu 8,7% na comparação com o mesmo mês de 2016. No acumulado do ano, as contemplações (4,37 mil) caíram 5,8% e o volume de créditos disponibilizados (R$ 23,38 milhões), baixaram 5,6% em relação ao acumulado de janeiro a julho de 2016.

Consórcio de serviços: os créditos comercializados no acumulado até julho de 2017 somaram R$ 117,73 milhões. O resultado é o dobro do registrado no mesmo período de 2016 – alta de 105,1%. Sob a mesma base de comparação, as vendas de novas cotas (16,45 mil) aumentou 91,3%. As contemplações (7,31 mil) cresceram 18,9% e o volume de créditos disponibilizados (R$ 40,67 milhões), subiu 18,7%. Em julho, os 45,5 mil participantes ativos representaram alta de 30% em relação ao mesmo mês de 2016. O tíquete médio, de R$ 7,4 mil, foi 1,3% menor do que o registrado em julho de 2016.

Sistema de Consórcios em geral

Veja o desempenho do Sistema de Consórcios de janeiro a julho de 2017, em comparação com 2016, considerando todos os segmentos:

Participantes ativos consolidados (consorciados em grupos em andamento)
– 6,90 milhões (julho/2017)
– Retração: 1,6%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)
– 1,303 milhão (janeiro-julho/2017)
– Crescimento: 8,8%

Volume de créditos comercializados
– R$ 53,33 bilhões (janeiro-julho/2017)
– Crescimento: 25,3%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)
– R$ 46,5 mil (julho/2017)
– Crescimento: 19,8%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)
– 707,5 mil (janeiro-julho/2017)
– Retração: 7,4%

Volume de créditos disponibilizados
– R$ 22,58 bilhões (janeiro-julho/2017)
– Retração: 2,2%

Sistema de Consórcios em junho/2017: dados econômicos

A procura pelo consórcio cresceu 8,4% no 1º semestre de 2017, conforme balanço do Sistema de Consórcios. No acumulado do ano, foram vendidas 1,1 milhão de novas cotas, ante 1,015 milhão no 1º semestre de 2016. Conheça outros resultados do Sistema de Consórcios no acumulado de janeiro a junho deste ano.

A venda de novas cotas cresceu em cinco dos seis setores que compõem o Sistema de Consórcios. A maior alta foi registrada no segmento de Serviços, que manteve a liderança com expansão de 107,5%. Em relação aos R$ 43,92 bilhões comercializados em crédito no 1º semestre, o montante supera em 23,7% o alcançado nos seis primeiros meses de 2016. Em junho, o tíquete médio de R$ 40,5 mil supera em 7,1% o registrado há 12 meses.

Confira o desempenho de cada segmento do Sistema de Consórcios de janeiro a junho deste ano, em comparação com 2016, segundo dados da assessoria econômica da ABAC.

Consórcio de veículos leves: esse segmento registrou alta em diversos indicadores, chegando a 26,7% no volume de créditos disponibilizados (R$ 21,51 bilhões) de janeiro a junho de 2017. Na comparação com o acumulado no 1º semestre de 2016, houve ainda expansão de 20,5% nas vendas de novas cotas (516,6 mil). Em junho de 2017, o total de participantes ativos (3,44 milhões) e o tíquete médio (R$ 41,9 mil) superam em 6,2% e 1,7%, respectivamente, ao registrado em junho de 2016. No acumulado do ano até junho, as contemplações (259,5 mil) caíram 1,8% e o volume de créditos disponibilizados no período baixou 1,1%.

Consórcio de motocicletas: de janeiro a junho de 2017, o volume de créditos comercializados atingiu R$ 3,58 bilhões, alta de 4,1% em relação ao 1º semestre de 2016. Em junho, o tíquete médio de R$ 8,6 mil foi 10,3% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado, mas o total de consorciados ativos (2,34 milhões) baixou 11,7%. No acumulado do 1º semestre, as contemplações (286,5 mil) e o volume de créditos disponibilizados (R$ 3,06 bilhões), caíram respectivamente 17,6% e 17,3%, na comparação com o 1º semestre de 2016.

Consórcio de veículos pesados: a maior alta desse segmento foi registrada no tíquete médio, que cresceu 13,7% em junho, atingindo R$ 147,7 mil, ante R$ 129,9 mil no mesmo mês de 2016. De janeiro a junho de 2017, foram comercializados R$ 3,46 bilhões em créditos e vendidas 23,45 mil novas cotas, altas de 12,3% e 10,4%, nessa ordem, em relação ao 1º semestre de 2016. No período, as contemplações (14,35 mil) e o volume de créditos disponibilizados (R$ 2,03 bilhões), tiveram quedas de 5,3% e 4,2%. Em junho de 2017, o total de participantes ativos nesse segmento apresentou ligeira retração de 1,6%, fechando em 276 mil consorciados.

Consórcio de imóveis: a procura pelo segmento teve alta de 8,7%, com a comercialização de 114,7 mil cotas no acumulado de janeiro a junho de 2017. Os R$ 15,22 bilhões  em créditos comercializados nesse período, representam crescimento de 27,6% em comparação com o montante atingido no 1º semestre de 2016. Já o total de contemplações (33,85 mil) e o volume de créditos disponibilizados (R$ 3,39 bilhões), tiveram quedas de 6,1% e 5,3%, respectivamente, na mesma base de comparação. Em junho de 2017, o total de consorciados ativos (804 mil) apresentou estabilidade e o tíquete médio cresceu 15,6%, em relação a junho de 2016.

Consórcio de eletroeletrônicos: o volume de créditos comercializados no 1º semestre do ano (R$ 43,24 milhões) é 33,2% maior do que o acumulado nos seis primeiros meses de 2016.  No mesmo período, o total de cotas vendidas (8,90 mil) representou crescimento de 26,6%. Já as 3,67 mil contemplações do semestre, representaram baixa de 9,2% em relação ao 1º semestre de 2016. Como resultado, o volume de créditos disponibilizados no período (R$ 19,64 milhões) caiu 9%. Embora o total de participantes ativos (26,5 mil) representem queda de 1,9% em junho, em relação ao mesmo mês de 2016, o tíquete médio fechou em alta de 2,1%, fechando em R$ 4,9 mil.

Consórcio de serviços: esse segmento segue liderando os resultados positivos do Sistema de Consórcios, com altas em todos os indicadores. A maior expansão se deu no volume de créditos comercializados, que cresceu 130% ao atingir R$ 98,21 milhões de janeiro a junho de 2017, em relação ao mesmo período de 2016. Nessa mesma comparação, houve ainda expansão de 107,5% nas vendas de novas cotas (13,80 mil), de 16,2% nas contemplações (6,16 mil), e de 16,1% no volume de créditos disponibilizados no período (R$ 34,27 milhões). Em junho deste ano, o total de consorciados ativos (44,5 mil) e o tíquete médio (R$ 7,1 mil), representaram altas de 29% e 2,9%, sob o registrado em junho de 2016.

Sistema de Consórcios em geral

Veja o desempenho do Sistema de Consórcios de janeiro a junho de 2017, em comparação com 2016, considerando todos os segmentos:

Participantes ativos consolidados (consorciados em grupos em andamento)
– 6,93 milhões (junho/2017)
– Retração: 1,4%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)
– 1,1 milhão (janeiro-junho/2017)
– Crescimento: 8,4%

Volume de créditos comercializados
– R$ 43,92 bilhões (janeiro-junho/2017)
– Crescimento: 23,7%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)
– R$ 40,5 mil (junho/2017)
– Crescimento: 7,1%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)
– 604 mil (janeiro-junho/2017)
– Retração: 10,2%

Volume de créditos disponibilizados
– R$ 19,12 bilhões (janeiro-junho/2017)
– Retração: 5,2%

 

fonte:http://blog.abac.org.br/drops-de-mercado/sistema-de-consorcios-junho-2017#blog

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Diferenciais do consórcio para agronegócio

O agronegócio brasileiro iniciou os primeiros meses de 2017 otimista. Segundo o Focus – Relatório de Mercado, do Banco Central, estima-se um aumento de 26% na produção este ano. E o consórcio de máquinas agrícolas é um importante aliado da atividade. Conheça, no post de hoje, as características que tornam a modalidade tão atrativa para o setor.

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Compra de imóvel por consórcio permite vantagem de negociação à vista

Ter uma casa própria é o sonho de milhões de brasileiros. Mas comprar um imóvel é um custo de milhares de reais, e talvez seja o maior investimento que você fará em toda sua vida. Por isso, antes de tomar qualquer decisão, é importante conhecer a fundo todas as opções para saber qual é o modelo mais vantajoso de compra.

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Consórcios ligados ao agronegócio crescem 16%

Levantamento realizado pela assessoria econômica da ABAC constatou que o número de consorciados que buscam aquisição de máquinas agrícolas e implementos agrícolas cresceu 16% em um ano, reforçando a importância do consórcio para os bons resultados obtidos pelo agronegócio brasileiro.

O total de participantes ativos no setor de máquinas e implementos agrícolas, que está inserido no segmento do consórcio de veículos pesados, atingiu 94 mil em março de 2017. Há um ano, o mesmo levantamento realizado junto às administradoras associadas à ABAC, apontou que eram 81 mil consorciados – clique aqui para acessar a pesquisa. Em comparação com os dados divulgados em agosto de 2014, quando foram contabilizados 62,9 mil participantes ativos, a expansão chega a quase 50%.

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Entre os consorciados que buscam aquisição de máquinas e implementos agrícolas, 63% são pessoas físicas e 37% são pessoas jurídicas. Em relação ao uso dos créditos, a pesquisa da ABAC constatou que 38% dos créditos foram utilizados para a aquisição de tratores de rodas e esteira, 32% para implementos agrícolas e rodoviários, outros 18% para colheitadeiras e 12% para adquirir cultivadores motorizados.

Na avaliação do presidente executivo da ABAC, Paulo Roberto Rossi, os bons resultados do consórcio no agronegócio indicam que produtores e empresários do setor continuam planejando a aquisição de máquinas e implementos agrícolas. “Apesar do momento desfavorável da economia, em contraponto com as boas notícias na agricultura, como a safra recorde de grãos, tem sido fundamental que a modalidade continue contribuindo para a alavancagem dos negócios. A razão disso são as características do consórcio neste segmento, com custos baixos, prazos longos e diversidade nas formas de pagamento”, pontua.

Regionalmente, o consórcio de máquinas agrícolas, no âmbito do segmento de veículos pesados, é mais presente no Sudeste, que responde por 34,6% do total de participantes ativos. Na sequência das regiões com maior concentração de consorciados estão Sul (27,8%), Centro-Oeste (24,3%), Nordeste (10%) e Norte (3,4%).

Diferenciais do consórcio de máquinas agrícolas

As formas de pagamento diferenciadas estão entre as principais vantagens para a utilização do consórcio na aquisição de máquinas e implementos agrícolas. O produtor rural ou empresário possui quatro opções: pagamentos normais, por safra (anual) ou por safra com adiantamentos (trimestral ou semestral) e meia parcela (com reforço trimestral ou semestral).

Com essas vantagens, o consórcio de bens vinculados ao agronegócio vem ampliando sua importância dentro do segmento de veículos pesados. Sua participação no total de participantes neste segmento passou de 29,1%, em agosto de 2015, para 33,3% em fevereiro de 2017.

O levantamento da assessoria econômica da ABAC identificou que os prazos do consórciode máquinas agrícolas variaram entre 60 e 120 meses, com prazo médio de 114 meses. Os créditos variaram de R$ 11,2 mil a R$ 668,4 mil, com crédito médio de R$ 189,6 mil. A taxa de administração média fechou em 0,122% ao mês.

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